Reaberto em 2015, com a mesma Gerência

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Triple Thrills - vídeo

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Dica da Semana

Há imensos sites que nos mostram preços mirabolantes de hóteis, online. Mas, de entre tantos, qual escolher? Neste imenso mundo virtual, existe um pouco de tudo. Como forma de ajudar o viajante a comparar preços, surgiu o hotelsfusion, um site que compara preços, para o mesmo dia e local, de entre a imensa panóplia existente. Fica aqui.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Triple Thrills

Las Vegas, capital do Nevada, é um mundo à parte. Erguida no meio de um deserto, transformou-se ao longo dos tempos na Meca do jogo, um paraíso terreno para os adoradores do poquer. No entanto, não descurando a importante indústria do turismo, a cidade celebrizada por Gil Grissom e colegas com os característicos coletes a dizerem CSI, soube adaptar-se aos tempos. Hotéis luxuosos, shows de variedades com artistas de renome, transformando a cálida urbe numa Disneylândia para adultos.

Na voragem de saciar a curiosidade do público-alvo, inventam-se temas e conceitos, destinados a surpreender. O Stratosphere é um casino. Poderia ser igual a tantos outros, exibindo o exotismo de formas arquitectónicas únicas. Assim, no topo do edifício, de 350 metros, foi instalada uma torre panorâmica.

Até aqui, nada de novo. Existem dezenas ou centenas delas, espalhadas pelo globo. Mas esta guarda uma surpresa. E das grandes. Triple Thrills. O nome provoca um pequeno formigueiro na pele, aos mais radicais. E uma náusea de vertigem aos menos corajosos.

Um parque de diversões, com uma montanha russa, um elevador que se despenha das alturas a uma velocidade vertiginosa, fazendo os incautos que nele sobem a sentirem o efeito quadruplicado da força gavitacional, um carrocel e um escorrega.

Aqueles que encolhem os ombros, perante o inócuo nome, sentem um arrepio de medo, ao ver a descrição. É só uma plataforma que simula uma queda no abismo, parando no último instante. Os passageiros ficam então suspensos no espaço, de estômagos contraídos.

A finalizar este rol de "torturas", um carrocel cujas cadeiras ficam penduradas sobre o imenso vazio, num equilíbrio periclitante, mostrando quão ténue e vacilante é a noss existência.

Como o uso de tais "divertimentos" exige uma dose cavalar de bravura e afoiteza que estou longe de possuir, prefiro ficar mesmo pelas slot-machines e afins.

domingo, 3 de maio de 2009

Rio de Sangue

«O livro de uma vida». The Independent

«Não se consegue pousá-lo». Sunday Telegraph

«Um livro notável e fascinante, escrito por um autor corajoso e com uma enorme percepção das coisas. Um dos livros mais interessantes saídos de África nos anos recentes». Alexander McCall Smith

«A viagem extraordinária e audaciosa de Tim Butcher pelo Congo está à altura da dos exploradores do século XIX. Completamente apaixonante, é também um retrato ponderado e sóbrio da África moderna». William Boyd

A recepção entusiástica da imprensa aguça o apetite pela leitura desta epopeia do jornalista Tim Butcher. Este, dotado da necessária dose extra de coragem, procura recriar a exploração de Stanley e Livingston, embrenhando-se pelo Congo adentro, num continente que tem tanto de fascinante como de perigoso. Crescendo a ouvir relatos de histórias, contadas pela sua mãe, sobre esse rio majestoso, ela própria uma intrépida viajante na década de 50, o jornalista parte à descoberta, munido da sua fiel moto, de uma piroga e de 4.000, estrategicamente escondidos nas botas. A sua áudacia oferece-nos um fresco sobre África, pintalgado de forma sóbria e ponderada.

O livro, uma espécie de reinvenção de Gonçalo Cadilhe com sotaque british, lê-se com sofreguidão, acompanhando com curiosidade e apreensão os relatos contados na 1ª pessoa. Leitura ideal para o tempo solarengo que se aproxima, a 16 € na FNAC.

Nota sobre o autor: Conforme já foi dito, Tim Butcher é jornalista de profissão. Nasceu em território de Sua Majestade, em 1967, tendo estudado na selecta Oxford. Funconário do Daily Telegraph, cobriu os principais conflitos bélicos - Iraque, Kosovo, Bósnia, Serra Leoa, Argélia e Líbano - para o jornal. Actualmente, é correspondente em Jerusálem.

sábado, 2 de maio de 2009

Ribeira


Quem vem e atravessa o rio,
junto à Serra do Pilar,
vê um velho casario
que se estende até ao mar

Quem te vê ao vir da Ponte
és cascata sanjoanina
erigida sobre um monte,
no meio da neblina,
por ruelas e calçadas,
da Ribeira até à Foz,
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

Esse teu ar grave e sério
dum rosto de cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria.

Ver-te assim abandonado
nesse timbre pardacento,
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento...
e é sempre a primeira vez,
em cada regresso a casa,
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa.

nota1: poema de carlos tê
nota2: foto retirada daqui

sexta-feira, 1 de maio de 2009

CN Tower

A CN Tower, no Canadá, também conhecida como Canadian National Tower, é uma das estruturas mais altas do mundo, alcançando 553,33 metros no seu ponto mais alto.

Durante a subida, a primeira paragem é no Piso de Vidro, que fica a 342 metros de altura. Trata-se de uma plataforma de observação exterior cujo chão é totalmente de vidro.

Alguns metros mais acima, situa-se a Plataforma de Observação Interna e um dos restaurantes da CN Tower, o Horizons Café, ambos situado a 346 metros de altura.

No entanto, a grande atracção dessa torre é, sem dúvida, a possibilidade de subir 100 metros mais e assim chegar à plataforma de observação mais alta do mundo: a Sky Pod. Situada a 447 metros de altura, essa plataforma oferece uma impressionante vista, tanto da cidade de Toronto, como dos seus arredores.

Esta torre atrai anualmente mais de dois milhões de visitantes. A 351 metros acima do solo encontra-se o 360, um restaurante que gira em torno de si mesmo e que oferece uma espectacular visão panorâmica de 360 graus sobre a cidade canadiana.

A construção da torre teve início em 1973, sendo inaugurada três anos depois. O motivo da sua construcção foi o de melhorar a rede de comunicações da cidade, cuja qualidade havia diminuído devido à construcção de grandes arranha-céus.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

London from above


É uma imagem bem ilustrativa do encanto da capital inglesa, tirada pela lente de um fotógrafo venerado neste cantinho. Jason Hawkes, capaz de transformar a selva urbana inglesa em pitorescos e convidativos retratos, geralmente tirados bem lá de cima, nos céus por onde se intromete com a sua câmara potente. Pode ver outros trabalhos, sobre a grande metrópole britânica, dele aqui e aqui.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

De volta!

Pois é meus caros, estamos de volta! Quase 1 ano e meio depois, e provavelmente a um ritmo muito menos intenso, que a época é de crise e a malta já não viaja tanto... mas pronto, estamos cá, e isso é que interessa!

E se não viajamos tanto, podemos pelo menos deliciar-nos com as viagens "dos outros", razão pela qual vos deixo um link para um fórum (em português) onde se discute quase tudo acerca desta temática. Fica em: